quinta-feira, 26 de abril de 2007

Quarto escuro; Janela fechada

Deitado em uma cama solitária, enfermo e com seus demônios para servirem de enfermeiros. Perdido em um mundo de caos, de sentimentos repentinos e sem sentido. Saber ou não como agir e com quem seguir, ou apenas disser um não à cada pedido feito.
A minha alma se perdeu, com medo de viver aqui, com medo de ter você. Sinto friu e calor ao mesmo tempo. Nem ao menos se despidir, sem dar explicações ou motivos.
Você saiu sem nem se despedir, e logo agora, alguns minutos depois da tempestade volta e meu mundo cai. Sentimentos voltam à tona, e como uma avalanche vai me destruiundo como um efeito borboleta, como se fosse a primeira vez, quando andávamos de mãos dadas e com perfeita harmonia, existiamos para nós, viviamos um para o outro, mais se desfez, e com todas as minhas forças busco novamente e incessantemente esse amor, essa alegria, minha vida.
Caminhar olhando para as nuvens em contraste magnífico com o mar, e dando uma sensação momentânea de prazer e alivio, ou tranquilidade. Cansei de viver feridas que não se fecham, não se curam, se passam e doêm cada vez mais.
Viver na busca incessante do meu amor, da minha vida. Eu vivi anos por quatro meses, e envelheci décadas em oito meses. Aprendi a me virar, a viver sozinho em com friu, medo e com meus queridos demônios como enfermeiros do meu mau, amar.

Um comentário:

Anônimo disse...

Noossa não foi tu quem fez não pode
soube se expressar muito bem
adorei!!!! vo visitar outras vezes hehe beijos =**